sábado, 22 de setembro de 2012

Desfile da Escola Uwanog no 7 de setembro

Os alunos da Escola Indígena Uwanog da Aldeia Mainumy fizeam uma bela apresentação no desfile de 7 de setembro, em frente a Praça Melo Uchoa, centro de Barra do Corda. Os preparativos para o desfile/apresentação dos alunos indígenas aconteceu na Casa de Apoio índia Muanumy, localizada na Rua Luis Domingues, no centro. Em sua passagem pelo local destinado às escolas participantes do desfile de 7 de setembro, a Escola Indígena Uwanog foi bastante aplaudida por apresentar a tradição de uma das culturas de Barra do Corda e região.

Um fato lementável foi a não exibição do momento do desfile da escola Uwanog nas TVs local. "Haviam cinegrafistas fazendo o registro do evento, onde entendo que todas as escolas a se apresentarem tenham importância única e idêntica. Fatos como este deixa a entender que estamos sendo alvo de retaliações, sem sabermos quais as razões.Temos sempre trabalhado para que possamos proporcionar mais visibilidade de nossos costumes, de nossos trabalhos e principalmente esta luta árdua que deveria ter o apoio daqueles que tem a oprtunidade de fazr sua parte mas preferem defender a inércia e o atraso", desabafa a presidenta da Ascima, Libiana Pompeu.

sábado, 18 de agosto de 2012

Aldeia Indígena Mainumy realiza tradicional festa do Muquiado





A comunidade da Aldeia Mainumy comemorou no último dia 7, o tradicional Muquiado (a festa da menina moça). A festa que recebe o nome de Muquiado é realizada para festejar a menarca, ou seja, quando acontece a primeira mestruação das índias, que passam da fase  infantil  para a adolescência.  A partir deste ritual elas já estão prontas para casar e constituir família. A presidenta da ASCIMA Libiana Pompeu junto com sua equipe organizou a festa que mobilizou toda a Aldeia. "Precisamos de muito insentivo do poder público (municipal, estadual e federal) para mantermos viva toda esta tradição de nossa cultura, não só o Muquiado mas também todas as outras festas tipicas de nossa etnia", alerta Libiana Pompeu.

sábado, 28 de julho de 2012

Nessa colcha de retalhos falta você!




Solicitamos a solidariedade de tod@s as pessoas que queiram nos ajudar doando roupas, cobertores, calçados enviando para o endereço abaixo:
Rua Combatente Arnaldo Airton alencar 181 
BairroINCRA
CEP .65950000
Barra do Corda-Maranhão - Brasil
Agradecemos a solidariedade de todos!

Cidadania poderia ser sinônimo de solidariedade! Mas se solidariedade não fosse palavra e sim ação? Solidariedade, fazer o bem não tem preço!
Aline Diedrich

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Por melhorias das comunidades: Presidenta Libiana e a secretária adjunta de educação do estado Graça Tajra



Em busca de melhores condições para a educação nas aldeias indígenas ligadas à Ascima, a presidenta da entidade, Libiana Pompeu e seu vice, Antonio Tavares, estiveram em São Luís, para tratar de assuntos do setor. Libiana foi recebida pela secretária adjunta de educação, Dra. Graça Tajra, oportunidade em que foram apresentadas algumas das reividicaçoes para comunidades indígenas. Para a Secretaria de Estado da Educação foram solicitadas a construção da escola Uwanog na aldeia Mainumy e reforma da escola na aldeia Patizal. Sempre em busca de melhorias para as comunidades indígenas através da Ascima, Libiana Pompeu tem o apoio e credibilidade junto aos líderes indígenas e órgãos do estado.

Ascima segue seu desafio em tentar audiência com presidente da Funai


Uma verdadeira luta, é assim que podemos definir as inúmeras tentativas da ASCIMA - Associação Casa de Apoio Comunitário Índia Mainumy, em conseguir uma audiência com a presidenta da Funai, Marta Maria do Amaral Azevedo. O objetivo desta audiência é tratar de assuntos de extrema urgência para os povos indígenas da região de Barra do Corda. Para a presidenta da Ascima, Libiana Pompeu, é uma luta contra o tempo. " A Ascima tem 22 aldeias associadas e precisamos chegar até a presidência da Funal para que lá possam tomarem conhecimento da nossa realidade. Lutamos por melhores condições de saúde, infra estrutura, melhor qualidade de vida para nosso povo. Não queremos de maneira nenhuma que o nosso povo chegue ao ponto de caçar restos de comida nos lixões, como acontece com indígenas na vizinha cidade de Grajaú. Já tentamos esta audiência através de e-mail, enviando documento ofícil, contatos de amigos em Brasília e até a gora nada. Esperamos que a presidenta da Funai se sensibilize com a nossa causa que é humana e pela vida", esclarece Libiana Pompeu.

Festa Junina na Aldeia Mainumy






A comunidade da Aldeia Mainumy promoveu sua festa junina. Crianças, professores e pais de alunos participaram da brincadeira com muita alegria e descontração.

sábado, 16 de junho de 2012

Índios guajajaras estão tirando sustento de lixão em Grajaú

 
Uma reportagem exibida no JMTV 2ª Edição desta segunda-feira (11) mostrou a situação em que estão vivendo os indígenas guajajaras que, por falta de assistência, têm migrado para as periferias das cidades do Maranhão.
Segundo a guajajara Libiana Pompeu dos Santos, as crianças estão morrendo. "Falta atendimento de saúde para diarreia, gripe, pneumonia", contou. A indígena faz parte de um grupo de representantes dos guajajaras que procuraram o Ministério Público Federal para denunciar a falta de assistência médica, além da ausência de medicamentos e transporte.
Em vídeo, o repórter Sidney Pereira mostrou uma tribo que está vivendo em uma oca de lona e papelão montada na periferia de Grajaú, a 555 quilômetros de São Luís. No lugar, indígenas grávidas e crianças passam o dia à espera dos caminhões de limpeza urbana sob nuvens de fumaça, em meio a urubus. O objetivo é encotrar algo, em meio ao lixo, que ajude no sustento da família.
O risco de contaminação é maior porque, muitas vezes, eles acabam consumindo alimentos encontrados em meio ao lixo hospitalar, onde podem ser encontradas seringas e medicamentos usados.

Do G1 MA com informações da TV Mirante