A comunidade da Aldeia Mainumy promoveu sua festa junina. Crianças, professores e pais de alunos participaram da brincadeira com muita alegria e descontração.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
Índios guajajaras estão tirando sustento de lixão em Grajaú
Uma reportagem exibida no JMTV 2ª Edição desta segunda-feira (11)
mostrou a situação em que estão vivendo os indígenas guajajaras que, por
falta de assistência, têm migrado para as periferias das cidades do Maranhão.
Segundo a guajajara Libiana Pompeu dos Santos, as crianças estão
morrendo. "Falta atendimento de saúde para diarreia, gripe, pneumonia",
contou. A indígena faz parte de um grupo de representantes dos
guajajaras que procuraram o Ministério Público Federal para denunciar a
falta de assistência médica, além da ausência de medicamentos e
transporte.
Em vídeo, o repórter Sidney Pereira mostrou uma tribo que está vivendo em uma oca de lona e papelão montada na periferia de Grajaú, a 555 quilômetros de São Luís.
No lugar, indígenas grávidas e crianças passam o dia à espera dos
caminhões de limpeza urbana sob nuvens de fumaça, em meio a urubus. O
objetivo é encotrar algo, em meio ao lixo, que ajude no sustento da
família.
O risco de contaminação é maior porque, muitas vezes, eles acabam
consumindo alimentos encontrados em meio ao lixo hospitalar, onde podem
ser encontradas seringas e medicamentos usados.
Do G1 MA com informações da TV Mirante
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Líder indígena é assassinada com dois tiros na Aldeia Coquinho II, no Centro-Sul do Maranhão
Em protesto, índios vão bloquear BR-226 na próxima quinta-feira (3), para cobrar do poder público mais segurança na região.
A líder indígena Maria Amélia Guajajaras, pertencente a tribo
Guajajaras, foi assassinada neste sábado (28) por volta das 14h com dois
tiros. O principal suspeito do crime, de acordo com testemunhas, mora
com um índia da mesma aldeia da vítima. Após a execução, o assassino
fugiu da localidade.
A indígena era líder da Aldeia Coquinho II, da reserva Canabrava,
localizada entre os municípios de Grajaú, Barra do Corda e Jenipapo dos
Vieiras, região centro-sul do estado do Maranhão.
De acordo com o líder da Aldeia Bananal, a cacique teria sofrido
represália de pessoas que assantam na reserva e devido a uma
manifestação realizada por parte da aldeia solicitando do poder público
mais segurança na rodovia BR-226, que corta as três cidades . Segundo
ele, o número de assalto naquela região tem aumentado.
Manifestação
O caso da morte da líder indígena foi registrado na Delegacia Regional do município de Grajaú. Por conta da morte da cacique, os índios estão organizando uma manifestação para a próxima quinta-feira (3). Eles pretendem fechar a BR-226 para cobrar do poder público mais segurança na região. Além de um posto Policia Rodoviária Federal e das outras polícias, os indígenas pedem também monitoramento das aldeias situadas na região.
O caso da morte da líder indígena foi registrado na Delegacia Regional do município de Grajaú. Por conta da morte da cacique, os índios estão organizando uma manifestação para a próxima quinta-feira (3). Eles pretendem fechar a BR-226 para cobrar do poder público mais segurança na região. Além de um posto Policia Rodoviária Federal e das outras polícias, os indígenas pedem também monitoramento das aldeias situadas na região.
“O problema não é um conflito indígena e sim de segurança pública. Já
fizemos várias manifestações, mas ainda não obtivemos nenhuma resposta
dos órgãos competentes. Estamos lutando pela segurança das pessoas que
passam pela região”, explicou o líder da Aldeia Bananal.
O corpo da líder índígena assassinada foi velado e enterrado no final
da tarde deste sábado (28) na própria aldeia Coquinho II. A cacique, de
57 anos, deixa 7 filhos.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Porque dia do Índio?
Hoje é o dia do Índio, mas você sabe quando e como começou a comemorar esta data? O Ih, Falei! pesquisou e trouxe as informações até você.
Em 1940, o México realizou o I Congresso Indigenista, em que iriam ser discutidos assuntos referentes à qualidade de vida dos índios.
Os próprios Índios também foram convidados a participar do Congresso, mas como estavam acostumados a serem desrespeitados, preferiram não participar.
Mas após alguns dias, os Índios entraram em um acordo e decidiram que iriam participar do Congresso, já que lá seriam discutidos problemas que dizem respeito a eles. A data em que foi tomada esta decisão tão importante era 19 de abril de 1940, por isso este dia se tornou o dia do Índio.
Mas após alguns dias, os Índios entraram em um acordo e decidiram que iriam participar do Congresso, já que lá seriam discutidos problemas que dizem respeito a eles. A data em que foi tomada esta decisão tão importante era 19 de abril de 1940, por isso este dia se tornou o dia do Índio.
Em 1943, Getúlio Vargas, que era o atual presidente do Brasil, decretou que todo dia “19 de abril” seria comemorado o dia do Índio no Brasil.
domingo, 1 de abril de 2012
Reportagem Mostra as Dificuldades dos Índios do Maranhão Para Conseguir Atendimento Médico
A tribo formada por 52 índios, a maioria crianças e idosos, vive praticamente isolada e sofre com a falta de médicos.
No Maranhão, vivem cerca de 32 mil indígenas, que são obrigados a sair das aldeias quando precisam de atendimento médico. Quando chegam na cidade, o drama só aumenta.
Maria Salete Krikati viajou cerca de 70 quilômetros em busca de atendimento na Casa de Apoio à Saúde Indígena de Imperatriz, sudoeste do Maranhão. Encontrou as enfermarias desativadas, camas enferrujadas, colchões rasgados, sem lençol, e banheiros sujos.
Maria Aurora veio de mais longe, viajou cerca de 300 quilômetros para fazer uma cirurgia de catarata, mas corre o risco de perder a visão por causa da demora no atendimento.
Os indígenas também se queixam da falta de transporte para os pacientes. Uma ambulância foi abandonada, enquanto mulheres e crianças se arriscam em uma viagem perigosa na carroceria de uma caminhonete da Fundação Nacional de Saúde.
O Ministério Público Federal entrou com ação civil pública na justiça em 2008 cobrando providências na Casa de Apoio à Saúde Indígena de Imperatriz.
Segundo Arão Guajajara, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena, falhas na política de assistência aos índios provocam sérias consequências nas aldeias. “O alcoolismo, a questão da prostituição, a contaminação de algumas pessoas com HIV, a questão social com crianças e adolescentes, há crianças nos municípios catando lixo. Quem vai dar uma resposta a esse problema social?”, questiona.
Lucínio Brito Carmona, chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena do Maranhão, reconhece as carências no atendimento aos índios e promete uma solução. "Vamos levantar a real situação da saúde indígena e ainda este ano, vamos construir a Casa de Apoio à Saúde Indígena e um posto de saúde".
A Justiça do Maranhão deu um prazo de 120 dias para que o Governo Federal, por meio da Funasa, melhore a assistência à saúde dos índios.
No Maranhão, vivem cerca de 32 mil indígenas, que são obrigados a sair das aldeias quando precisam de atendimento médico. Quando chegam na cidade, o drama só aumenta.
Maria Salete Krikati viajou cerca de 70 quilômetros em busca de atendimento na Casa de Apoio à Saúde Indígena de Imperatriz, sudoeste do Maranhão. Encontrou as enfermarias desativadas, camas enferrujadas, colchões rasgados, sem lençol, e banheiros sujos.
Maria Aurora veio de mais longe, viajou cerca de 300 quilômetros para fazer uma cirurgia de catarata, mas corre o risco de perder a visão por causa da demora no atendimento.
Os indígenas também se queixam da falta de transporte para os pacientes. Uma ambulância foi abandonada, enquanto mulheres e crianças se arriscam em uma viagem perigosa na carroceria de uma caminhonete da Fundação Nacional de Saúde.
O Ministério Público Federal entrou com ação civil pública na justiça em 2008 cobrando providências na Casa de Apoio à Saúde Indígena de Imperatriz.
Segundo Arão Guajajara, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena, falhas na política de assistência aos índios provocam sérias consequências nas aldeias. “O alcoolismo, a questão da prostituição, a contaminação de algumas pessoas com HIV, a questão social com crianças e adolescentes, há crianças nos municípios catando lixo. Quem vai dar uma resposta a esse problema social?”, questiona.
Lucínio Brito Carmona, chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena do Maranhão, reconhece as carências no atendimento aos índios e promete uma solução. "Vamos levantar a real situação da saúde indígena e ainda este ano, vamos construir a Casa de Apoio à Saúde Indígena e um posto de saúde".
A Justiça do Maranhão deu um prazo de 120 dias para que o Governo Federal, por meio da Funasa, melhore a assistência à saúde dos índios.
Globo Rural
sexta-feira, 23 de março de 2012
Merenda escolar será entregue próxima semana
A partir do início da próxima semana, será feita a entrega da merenda escolar para as comunidaes indígenas associadas a Ascima. Agora esta merenda pode ser comprada aqui mesmo em Barra do Corda, diferentemente do que acontecia outrora. Para a presidente da Ascima, Libiana Pompeu, "lutar para melhorar e facilitar a vida do nosso povo é o nosso desafio, e melhorar a qualidade da merenda e fazer estas compras aqui mesmo é uma conquista", finaliza a presidente.
terça-feira, 20 de março de 2012
Saúde: Assinaturas de contratos não condiz com a realidade
Uma nova reunião foi feita para tratar das questões dos contratos das equipes de saúde indígena da região de Barra do Corda. O encontro desta vez foi no Sindicato dos Trabalhores e Trabalhadoras Rurais, onde foi selebrado a confirmação de contratos de equipes de várias áreas. Com o Dr. Izidio fechando os contratos de algumas equipes, a cacique e presidente da Ascima, Libiana Pompeu iniciamente não foi chamada para participar dos detalhes finais para assinaturas de contratos da equipe que terá a missão de atender 22 aldeias, o que representa 1858 indígenas. Libiana cobrou junto ao responsável pelos contratos a equipe de saúde para suas comunidades. O certo é que, estranhamente as outras áreas tiveram suas equipes completas e as das comunidades da Ascima ficaram reduzidas e faltando dois técnicos em enfermagem. Libiana Pompeu tem procurado explicações para esta diferença de tratamento, "estarei indo ainda esta semana até São Luís, para cobrar o complemento de nossa equipe junto ao DISEI/SESAI-MA", disse a presidente da Ascima.
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