Na manhã desta quinta-feira (16), as lideranças indígenas e profissionais da saúde da Ascima se reuniram para participarem de uma grande reunião com representantes do SESAI - Secretaria Especial da Saúde Indígena, DSEI - Distrito Sanitário Especial Indígena e FUNAI local, com o objetivo de debaterem sobre as melhorias da saúde desses povos.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Buscando conhecimento
Procurando aprimorar seus conhecimentos, os indígenas tem se interessado por melhorar aquilo que já fazem. Recentemente, alguns participaram com êxito do treinamento trabalhador nas áreas de Piscicultura, cultivo de plantas industriais e de transformação da mandioca. Foram treinados 16 na área de piscicultura, 16 em cultivo de plantas industriais e 15 na transformação da mandioca. O treinamento foi ministrado por uma equipe do SENAR - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, possibilitando aos indígenas conhecer novas técnicas. Este momento é muito importante para todos por mostrar que os indígenas procuram evoluir aproveitando as oportunidades que lhe são oferecidas. Para os treinados a esperança é que surja alguma instituição que possa oferecer condições para atuarem nas áreas que adquiriram conhecimento. Este treinamento é mais uma conquista da presidente da Ascima, Libiana Pompeu, para as comunidades indígenas.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Educação: Ascima consegue melhoria na merenda escolar
A presidente da Ascima, Libiana Pompeu foi recebida em audiência na supervisão escolar indígena, na capital maranhense. Libiana reivindicou que a compra da merenda escolar das aldeias Cacimba Velha, Sumauma e outras, atualemnte feitas em Presidente Dutra, fossem realizadas em Barra do Corda a exemplo das demais. A adjunta da Sra. Ana Aires, atendeu prontamente a reivindicação. Libiana Pompeu reafirma o comprometimento do estado em contribuir com os povos indígenas e destacou também a importância da melhoria na qualidade da merenda escolar. O nosso desafio é lutar sempre por melhores condições de vida para o nosso povo, disse Libiana.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Artesanato: Uma arte da cultura indígena
Cada povo indígena tem uma maneira própria de expressar suas obras, desta forma podemos dizer que não existe arte indígena e sim artes indígenas.
Na região de Barra do Corda, os indígenas produzem os mais variados tipos de trabalho artesanal, uma tradição em toda e qualquer tribo. Aqui mostramos uma mulher da etnia Guajajara produzindo rede com material de boa qualidade, o que proporcionará também uma grande durabilidade.
A presidente da Ascima, Libiana Pompeu pretende criar mecanismos para que o trabalho artesanal se torne algo forte e reconhecido, tornando estes artistas mais valorizados pelo trabalho desempenhado e principalmente por manter esta tradição na etnia.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Novos rumos para a educação indígena
Comunidades indígenas da Ascima receberam recentemente a presença do Gestor Regional de Educação, José Benones Lopes de Sousa, para juntos tratarem de assuntos do setor. Foi uma oportunidade para o Gestor conhecer de perto a realidade e ao mesmo tempo já iniciar algumas mudanças de melhorias.
Foram empossados novos professores para as comunidades, e de acordo com as necessidades foram feitas onze substituições, sendo uma na escola Anísio Guajajara na aldeia Cacimba Velha (município de Jenipapo dos Vieiras), duas na escola São Benedito, da aldeia Pedrinha, que tem o líder Natalino como Cacique, sete na escola Juliana Rodrigues, na aldeia Patizal, cuja liderança fica a cargo da cacique Marinalva, e uma na escola Indígena U`wanog, na aldeia Mainumy, que tem Libiana Pompeu como líder.
O Gestor José Benones fez a entrega de materias escolares, onde os livros estão com textos na língua Guajajara, uma forma de educar e preservar as tradições da etnia. Neste mês de fevereiro, está prevista a chegada de materias para as escolas das comunidades.
Segundo a presidente da Ascima, Libiana Pompeu, as aldeias tem recebido atenção especial por parte do estado no setor da educação. Libiana informa ainda que a supervisora da educação indígena Maria Angela, tem contribuído bastante para que estas melhorias aconteçam.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A luta das mulheres indígenas
Tem sido um grande desafio para as mulheres das aldeias pertencentes a Ascima, principalmente para aquelas que estão gestantes e as que acabaram de ter seus filhos. O direito a saúde é sagrado a todos, mas as comunidades enfrentam algumas barreiras no dia-a-dia. As mulheres gestantes tem dificuldades para fazerem o pré-natal e ter o acompanhamento devido, as que já tiveram bebê também precisam ter a atenção necessária. Recentemente uma mulher teve a criança ainda na aldeia e teve de ser levada as pressas para a cidade, para que a criança não tivesse problemas de infecção e outros males. As indigenas reclamam das dificuldades para se obter uma ultrasson na cidade. A Ascima através da sua presidente Libiana Pompeu, tem dado o suporte necessário para as comunidades, enfrentado com elas os obstáculos em busca de conquistas para todos.
MPF/MA quer que a Funai promova a fiscalização da terra indígena Araribóia e apure as condições atuais dos índios da etnia awá-guajá que vivem nela
O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) recomendou à Fundação Nacional do Índio (Funai) que promova com urgência a fiscalização da terra indígena Araribóia, onde vivem indígenas isolados da etnia awa-guajá, em Arame (MA). O MPF/MA quer que a FUNAI apure as notícias de violência contra indígena por madeireiros que vêm praticando extração ilegal de recursos naturais na região.
Além de identificar os ilícitos ambientais, incluindo a ocupação indevida da terra, o MPF/MA também quer que a Funai promova o deslocamento de uma equipe técnica de servidores especializados no trabalho de identificação dos indígenas isolados, a fim de apurar a veracidade das notícias de violência em relação aos awá-guajá.
A partir do apurado, o MPF/MA solicita à FUNAI que implemente medidas eficazes de proteção específicas e diferenciadas voltadas aos indígenas isolados, de modo a garantir a integridade física e cultural deles.
A ação deverá ser realizada em conjunto com a Superintendência da Polícia Federal no Maranhão (PF/MA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
As providências administrativas e criminais cabíveis decorrentes dos fatos serão realizadas em caráter sigiloso. O prazo fixado para a Funai atender à recomendação é de 15 dias(Assessoria da Procuradoria da República no Maranhão).
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